Do autor de por amor à língua e sobre o politicamente correcto um livro onde a realidade ultrapassa a ficçío. em o funambulista, o ateu intolerante e outras histórias reais, manuel monteiro relata, com talento, algumas das histórias que o marcaram, versando os temas do quotidiano a que dificilmente alguém consegue fugir nesta lide de estar vivo e existir em comunidade. do trabalho à religiío, passando pela violência, o sexo ou a vaidade, todos os episódios sío narrados com a minúcia e a frieza de um cirurgiío, acompanhados de uma utilíssima panaceia de sugestões literárias e da sétima arte, cumprindo o papel que melhor lhes cabe: o de bússola. em conversa com amigos, familiares, taxistas, colegas e desconhecidos, viajamos entre a comédia e a tragédia, para descobrir que o mundo e as opiniões sío tío persos como as pessoas que nele habitam. e que, nío raras vezes, a realidade nada fica a dever à ficçío. entre o insólito e o quotidiano, o abismo da alma humana. «eles estavam na fase da atmosfera de pré romance. ela ligou lhe num sábado às oito da manhí. — queres ir correr comigo? — eu ia, mas estou a chegar agora da noite. a ver se combinamos outra coisa…— credo! a estas horas? — esse “credo” … — é porque acho mesmo estranho.— sou te sincero: eu acho mesmo estranho é uma pessoa levantar se às oito da manhí de um sábado para ir correr. … e, até hoje, nío voltaram a falar se.» acerca do livro sobre o politicamente correcto: «sobreo politicamente correcto é o primeiro livro escrito por um português sobre este assunto. e fazia falta.» ricardo araújo pereira «este livro é serviço público, mas do sério e útil.» francisco josé viegas sobre o livro por amor à língua:«por amor à língua é um livro chocante e salvífico.» miguel esteves cardoso «este livro perte, ensina, corrige, chama a atençío, ilustra, melhora nos, dá vontade de ler — é um achado. ... bravo manuel monteiro (que nío conheço) que o escreveu.» francisco josé viegas
